26.2.05

DE BRUXELAS



Grand Place, em Bruxelas
Às vezes, vale a pena sair dos recantos artísticos e ser humano, assim, pleno de emoções, com festa por todo o lado. E deixar a razão, sempre crítica, ali, ao lado a descansar.
Lembrei-me destes anódinos e repetidos pensamentos quando recebi um "feed-back" de Bruxelas,do meu amigo JL,com três páginas plenas, a que poderemos, qualquer dia, regressar. O parágrafo, entre três páginas, diz isto:


"O pior não é ganhar, mas governar. Esperemos que o novo Governo comece bem (haverá duas eleições em pouco mais de um ano) e que, se vier a propor algum referendo, não faça como o Guterres que, no primeiro referendo que era suposto promover e apoiar, fez campanha pelo Não, dizendo, nas vésperas da votação, que a consciência lhe ditava votar Não. Foi o primeiro “aborto” do Engenheiro. Depois, na Regionalização, foi ao suicídio: tudo levava a crer que o Não ganharia. Porque insistir e marcar o referendo talhado para outro aborto? Na altura, eu não podia votar, se não teria votado Não. Na minha perspectiva, aquela Regionalização foi bem chumbada."

Mais opiniões?



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